Ácido Sulfúrico na cabeça

Numa entrevista um membro do Porta dos Fundos disse que sua única preocupação quanto as esquetes políticas do grupo era em que todos não ficassem marcadas com a figura do Gregório Duvivier.
Compreendo o medo dele. É natural que uma figura marcante como a do Gregório, com a prática militante que ele vem assumindo cada vez mais desde 2014 – com todo direito, claro -, marque determinado grupo e espaço em que ele frequente.
Porém, meu assunto de interesse aqui é o de tomar a parte pelo todo. Este é um hábito natural do ser humano, dado que a linguagem necessita de generalizações.
Não faria sentido enunciar uma sentença e logo em seguida fazer referência à todas as exceções existentes na história da humanidade quanto aquele assunto.
Fazemos generalizações. É um uso comum da linguagem. O único problema ao qual faz sentido nos atermos é o de se uma generalização em questões favorece ou desfavorece o objeto em questão. Ou seja, se o resumi é tão curto que deixe de ser uma expressão válida e passa a ser uma mentira.
Esse é o caso do ácido sulfúrico. Ele tomou de assalto todos os ácidos possíveis e existentes no mundo. A linguagem cotidiano refere-se apenas a ele quando faz menção à ácidos.
Mas isso não é problema nosso 🙂
Boa dia e deixe seu comentário

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